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Marpa
Comércio ilegal movimenta R$ 76 bilhões no RS 17.01.2019

De um total de R$ 1,17 trilhão que a economia subterrânea movimenta no Brasil, 6% dizem respeito ao Rio Grande do Sul. O percentual é equivalente a R$ 76,48 bilhões. Este desempenho reflete o período que vai de junho de 2017 a junho de 2018. No mesmo intervalo, porém, no ano anterior (2016 a 2017), esta soma era menor tanto no Brasil, com R$ 983 bilhões, quanto no Estado com R$ 52,7 bilhões. O aumento preocupa a Comissão de Combate à Ilegalidade da Federação do Comércio de Bens e de Serviços do Estado do Rio Grande do Sul (Fecomércio-RS), coordenada pelo presidente do Sindilojas Regional Bento, Daniel Amadio. Ele pretende seguir motivando as lideranças locais a buscar mais arrecadação para seus orçamentos e, com isso, combater a informalidade.

“Não temos poder de ação. Nos resta motivar os poderes e focar esforços para cada vez mais conscientizar os setores público e privado sobre os riscos que o comércio ilegal acarreta para toda a sociedade”, lamenta Amadio, que liderou encontro da comissão na sede da Federação no último dia 9 deste mês. Ele aproveitou o momento para lembrar do projeto de lei estadual que foi aprovado a partir de um trabalho da Federação e que inibe, no Rio Grande do Sul, as feiras itinerantes que atuam ilegalmente, vendendo produtos sem nota fiscal e, muitas vezes, pirateados ou contrabandeados. O projeto aguarda a sanção do governador Eduardo Leite.

Outra prática positiva apresentada foi a campanha do Sindióptica-RS, realizada no Litoral. A mensagem “Tá todo mundo cuidando dos olhos” está sendo divulgada com ações de saúde pública junto aos consumidores, alertando sobre óculos solares falsificados, que não protegem e causam danos irreversíveis à visão. Os números do comércio clandestino foram apurados pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) e pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/fGV).

Fonte: Correio do Povo

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Ações de combate ao contrabando fortalecem a economia brasileira 07.01.2019

A Receita Federal bateu um novo recorde de apreensões em 2018: de janeiro a novembro, foram R$ 2,974 bilhões em mercadorias, sendo que, no ano anterior, o valor chegou a R$ R$ 2,301 bilhões. As ações de combate ao contrabando, ao descaminho e à pirataria atingiram marcas históricas, segundo informações divulgadas pelo órgão.

 

"Tirar as mercadorias contrabandeadas das ruas protege o emprego dos brasileiros e melhora o ambiente de negócios ao impedir a concorrência desleal entre produtos nacionais e os trazidos irregularmente para o território nacional", disse o secretário da Receita Federal, auditor-fiscal Jorge Rachid.

 

O presidente do Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Gestão Tributária, Valdomiro Soares, concorda. “Os produtos sem procedência que estão à disposição dos consumidores afetam enormemente a economia brasileira, uma vez que o preço dos mesmos torna-se mais atrativo por não haver o recolhimento de impostos sobre eles. E a sonegação representa um problema aos cofres públicos, assim como um prejuízo às empresas que atuam de forma idônea”, revela.

 

Entre os muitos itens apreendidos, os cigarros foram os que bateram recordes históricos. No mesmo período documentado pela Receita Federal, foram retirados das ruas 263 milhões de maços. “Isso significa perder uma receita tributária muito relevante, uma vez que o cigarro é um dos produtos mais tributados no país, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT)”, ressalta o presidente do Grupo Marpa.

 

Segundo o IBPT, o cigarro ocupa a quarta colocação no ranking de tributos: 80,42%, ficando atrás da cachaça (81,87%), casaco de pele (81,86%) e vodca (81,52%).

 

Conscientização

 

Soares destaca, porém, que se existem produtos à venda nas ruas é porque há consumidores dispostos a adquiri-los e é isso que faz a economia informal se fortalecer. “Não são apenas os cigarros, pois basta circularmos um pouco para encontrarmos de tudo à disposição, de celulares e brinquedos a óculos de grau, por exemplo. Além de ilegais, esses produtos, nessas condições, são prejudiciais à população”.

 

“Muito mais do que garantir que os impostos sejam revertidos aos cofres públicos, uma marca registrada, legal e dentro das exigências dos órgãos controladores que atuam no país, significa o cuidado com a saúde dos consumidores”, finaliza.

 

 

 

 

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Grupo Marpa começa o ano com participação em eventos nacionais 02.01.2019

O ano de 2019 começou com a agenda cheia para o Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Gestão Tributária. Até o final deste mês, representantes comerciais da empresa, assim como presidente, Valdomiro Soares, estarão presentes nas mais tradicionais feiras do país prospectando novos negócios e reforçando o contato junto aos clientes que já são atendidos pelo Grupo.

 

De acordo com Soares, a participação nas feiras sempre foi valorizada e representa um acréscimo nos negócios da empresa. “Buscamos sempre a proximidade com os clientes e os eventos são ideais para este tipo de abordagem. Oferecemos os nossos serviços e apresentamos os diferencias que fazem do Grupo Marpa uma referência no registro de marcas e patentes em todo o país”, revela.

 

Entre as feiras que contarão com a presença do presidente, estão a Fenin Fashion São Paulo, a Couromoda e Inspiramais - Salão de Design e Inovação de Componentes. Já os representantes, estarão em eventos no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

 

 

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ARTIGO: Valorizar é crescer 27.12.2018

Valdomiro Soares – Presidente do Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Gestão Tributária

 

São inúmeras formas de uma empresa fortalecer sua marca no mercado. Novas mídias, novos serviços e o poder de alcançar o consumidor em apenas um toque, podem ajudar o empreendedor a crescer e valorizar sua marca.

 

Porém, no contexto imediatista dos dias de hoje, agregar valor a uma marca é quase impossível. Muitos gastam milhões em publicidade, marketing e assessorias apenas para colocar seu negócio no mapa de visualizações. No entanto, um empreendedor bem-sucedido deve estar ciente de que os hábitos de consumo mudaram e ele precisa se adaptar.

 

Por isso, é preciso estar atento às transformações do mercado, encontrar novas formas de chamar a atenção para a marca, não apenas pelo o que ela oferece, mas pelo o que pode oferecer além. É preciso construir seu negócio levando em conta o médio e o longo prazo e, principalmente, o que sua ação vai oferecer de engajamento com seu público consumidor.

 

Por exemplo, se você possui uma empresa de um segmento que já tem uma marca consolidada com o mesmo produto no mercado, opte pela criatividade, como acontece entre a Pepsi e a Coca-Cola. Neste caso, a competitividade fez ambas correrem contra o tempo para se consolidarem firmemente no mercado, mesmo com a existência uma da outra.

 

Afinal, ver sua empresa prosperar é o sonho de todo empresário, essencialmente, ter uma marca que transcenda os limites pré-estabelecidos e ganhe visibilidade. Mas fique atento, registrar sua marca perante os órgãos responsáveis também é valorizar e proteger seu patrimônio. É garantir que ele cresça com todos os diretos garantidos.

 
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Mérito Lojista reconhece desempenho do Grupo Marpa 19.12.2018

Foi na Categoria Serviços – Segmento Marcas, Patentes e Gestão Tributária que o Grupo Marpa foi homenageado, pela 8ª vez consecutiva, no Prêmio Mérito Lojista 2018, na noite de quinta-feira (13), no Leopoldina Juvenil.

 

A distinção, entregue pela Federação das Câmeras de Dirigentes Lojistas (FCDL), reconhece as empresas que ajudaram a fazer o varejo gaúcho mais forte. De acordo com Vitor Augusto Koch, presidente da entidade, “conseguimos sobreviver a uma grande recessão em 2018, além de fatores como a greve do caminhoneiros, a inadimplência e a incerteza das eleições”. Koch disse ainda que “ser empreendedor é muito complicado no Brasil, mas precisamos continuar na evolução de sermos pessoas do bem”.

 

O presidente do Grupo Marpa, Valdomiro Soares, prestigiou o evento ao lado de Michael Soares, diretor tributário do Grupo, de William Soares, diretor executivo da empresa, e de Eduardo Bitello, diretor jurídico da Marpa Gestão Tributária.

 

Para Valdomiro, o reconhecimento da FCDL é um estímulo ainda maior para o Grupo continuar buscando a excelência no segmento de Marcas, Patentes e Gestão Tributária. “O prêmio que recebemos hoje nos impulsiona a começarmos 2019 mais motivados e comprometidos com o nosso objetivo maior que é o de prestar um serviço sério e comprometido com toda a nossa carta de clientes”, ressaltou.

 

 

 

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Recesso no Grupo Marpa 19.12.2018

Devido às festividades de Natal e Ano Novo, o Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Gestão Tributária terá um período de recesso, de 21 de dezembro até 1º de janeiro de 2019. A partir do dia 2, o atendimento aos clientes volta ao normal.

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Pelo oitavo ano consecutivo, Grupo Marpa recebe Prêmio Mérito Lojista 11.12.2018

O Grupo Marpa, Marcas Patentes e Gestão Tributária é ganhador pela oitava vez do Prêmio Mérito Lojista, distinção conferida pela Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul (FCDL). Neste ano, a empresa concorreu na categoria Serviços - Segmento Gestão de Marcas, Patentes e Gestão Tributária.

Para Valdomiro Soares, presidente do Grupo Marpa, é sempre uma honra ser lembrado em tão importante premiação. “Ficamos felizes em consolidar a Marpa, novamente, entre as empresas mais importantes do varejo do Rio Grande do Sul. É uma grande conquista, reconhecimento e estímulo para continuarmos buscando a excelência no nosso trabalho.”, diz Soares.

O Prêmio Mérito Lojista 2018 será entregue durante uma solenidade que ocorre na próxima quinta-feira (13), às 19h, na Associação Leopoldina Juvenil, em Porto Alegre.

A cada ano, o objetivo da premiação é valorizar empresas e personalidades gaúchas que conseguiram destaque ao promover ações de fortalecimento do setor de Varejo, no Rio Grande do Sul.

 

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OMPI divulga relatório anual sobre PI 05.12.2018

A Organização Mundial da Propriedade Intelectual divulgou nesta segunda (03/12)  os Indicadores de Propriedade Intelectual 2018, com dados globais sobre pedidos e concessões de patentes, marcas, desenhos industriais, indicações geográficas e outros direitos de PI, referentes ao ano de 2017.

O número de pedidos de patentes  em todo o mundo foi de 3,17 milhões, um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior, enquanto o de pedidos de marcas foi de 12,39 milhões, e o de desenhos industrial, 1,24 milhões.

De acordo com o relatório, 84.5% do total de pedidos de patentes em 2017 se concentraram em apenas cinco institutos: China, Instituto Europeu de Patentes, Japão, Estados Unidos e Coreia do Sul. Em relação a marcas, os institutos localizados na Ásia contabilizaram 66,6% dos pedidos de registros, seguidos da Europa (17,7%) e América do Norte (6,4%). Juntos, África, Oceania, América Latina e Caribe totalizaram 9,2% dos pedidos.

Além de dados sobre PI, pela primeira vez, a OMPI publicou estatísticas sobre o setor editorial, cuja receita foi de US$ 248 bilhões de dólares em 2017. Os Estados Unidos venderam 2.693 milhões de exemplares de títulos publicados, seguidos do Reino Unido (647 milhões), Brasil (617 milhões) e França (430 milhões).

Fonte: INPI

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Grupo Marpa fecha o ano com a participação em feiras no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo 03.12.2018

O Grupo Marpa – Marcas, Patentes e Gestão Tributária se prepara para as últimas participações do ano em feiras de negócios pelas regiões sul e sudeste. Desde janeiro, representantes da empresa têm percorrido os mais variados eventos, em busca de novos contatos institucionais, ideia inovadoras, clientes e parcerias.

 

Em dezembro, Porto Alegre, Florianópolis, Foz do Iguaçu e São Paulo irão receber a visita da empresa. Segundo Valdomiro Soares, presidente do Grupo Marpa, os negócios se expandem quando a iniciativa parte da instituição. “Nós não gostamos de ficar parados. Estamos sempre em constante movimento, buscando ajudar pessoas que estejam em dúvidas sobre seu negócio. As feiras nos possibilitam isto, esta troca de experiências entre os participantes e nossos representantes”, explica Soares.

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Nota publicada no Jornal do Comércio 22.11.2018

Edição do dia 20 de novembro.

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