• NOS LIGAMOSPARA VOCÊ
  • ATENDIMENTOONLINE
  • ATENDIMENTO0800 6017778
  • Segunda a Sexta das 8:15 até 18h

BLOG

Marpa
Um problema que nunca cessa - Artigo publicado no Jornal do Comércio - Edição de 21/09 21.09.2017

Leia mais...
Marvel quer recuperar direitos de Quarteto Fantástico e X-Men 21.09.2017

Um dos maiores sonhos de todo fã do universo cinematográfico da Marvel é de que a companhia tenha em suas mãos o direito sobre todos os seus personagens – isso por diversas razões que não caberiam nesta notícia se fossem todas citadas. Dentre os personagens que se encontram com seus direitos autorais fora das mãos de sua criadora, temos o caso do Quarteto Fantástico e dos X-Men, com ambos estando sob o comando da Fox.

Após tanto tempo de súplica para que os direitos fossem devolvidos à Marvel, o lendário Stan Lee veio a público durante a convenção Wizard World Nashville e revelou que atualmente a empresa está trabalhando em um meio de conseguir seus amados heróis e vilões de volta.


“Cedo ou tarde eles vão conseguir recuperar os direitos de todos os nossos personagens. Estão trabalhando nisso, eles ainda estão fazendo filmes dos X-Men. Não se preocupe. Nos próximos anos, vocês terão mais filmes da Marvel do que conseguirão assistir.“


Tendo em vista que em breve o universo da Marvel sofrerá com grandes reformulações ao fim do arco da Guerra Infinita fica cada vez mais difícil imaginar quais os personagens que restarão para o futuro cinematográfico, porém, a adesão do Quarteto e dos X-Men pode significar uma extensão ainda maior dos planos da Marvel.

Detalhes sobre as negociações não foram revelados, mas é difícil acreditar que a Fox irá abrir mão de seus personagens tão fácil – ainda mais depois de ter encontrado a fórmula para o sucesso dos filmes de herói ao abordar seu universo de uma perspectiva mais adulta.

Fonte: Combo Infinito

Leia mais...
Uma homenagem do Grupo Marpa a todos os gaúchos nesta Semana Farroupilha 20.09.2017

Leia mais...
Tenho uma ideia de aplicativo. Como fazer para protegê-la? 19.09.2017

Dúvida de uma leitora:  Tenho uma ideia de aplicativo. Como fazer para protegê-la? Mesmo só apresentando a ideia após a assinatura de um termo de confidencialidade, ainda me sinto insegura. Eu devo patentear antes de apresentá-la a investidores?

Pensar em proteger a sua ideia é uma atitude certa. Diante de todos os problemas que um empreendedor enfrenta, cuidar da proteção da sua propriedade intelectual é um aspecto de alta prioridade.

Há várias questões que podem merecer esforços para proteger a propriedade intelectual. O nome da empresa, o logotipo, o “nome fantasia”, a marca e toda a apresentação visual da empresa merecem ser protegidas desde o início.

Para tanto deve-se iniciar o registro de marca, uma das proteções à propriedade intelectual, no Instituto Nacional da Propriedade Intelectual, antes de tornar público o nome e os demais itens mencionados. Desta forma o empreendedor se protege contra o uso inadequado por terceiros. O processo é burocrático, lento e oneroso, mas deve ser feito.

Da mesma forma, as patentes são a forma de proteger as invenções. É o caso da cara leitora que, para proteger o seu aplicativo, precisaria requerer uma patente. Assim o empreendedor poderá usufruir dos benefícios da sua invenção impedindo, durante alguns anos, que esta invenção seja usada sem a sua autorização e sem ser remunerado financeiramente pelo uso desta invenção por terceiros.

Menosprezar estas proteções podem acarretar muitos problemas no futuro, especialmente se o seu negócio prosperar. Nessas horas surgem “espertos”, estelionatários, que tentarão tirar proveito do seu sucesso. Juridicamente, o registro prévio da propriedade intelectual é a sua única proteção contra estas pessoas.

Ainda torna-se necessário fazer dois esclarecimentos.

Você estará iniciando um negócio. Lembre-se que um bom negócio não diz respeito apenas a ter à disposição um bom produto, neste caso o seu aplicativo. Isto é uma condição necessária, mas está longe de ser suficiente.

Um negócio exige o emprego de competências diversas que não se encontram presentes em uma única pessoa. Você deverá aprender a criar relacionamentos que levem a parcerias com “especialistas” em cada área de competência, a desenvolver confiança com estes parceiros e a conviver com pessoas que certamente irão discordar de você em muitas questões relevantes referentes ao negócio. 

O segundo esclarecimento diz respeito ao seu produto. Se o seu aplicativo não tiver uma característica muito específica que mereça proteção, não será difícil a algum concorrente seu introduzir uma pequena modificação no software e então defender que se trata de um produto diferente do seu. Ou seja, tratando-se de software é muito difícil obter uma proteção da propriedade intelectual eficaz.

Fonte: Exame 

 

Leia mais...
Batalha judicial por selfie de macaco chega ao fim após anos 19.09.2017

O fotógrafo David Slater e a organização "Pessoas pelo Tratamento Ético de Animais" (Peta) entraram em acordo e encerraram uma longa batalha judicial envolvendo uma selfie de um macaco chamado "Naruto".

Em 2011, durante uma viagem do fotógrado para a Indonésia, Slater deixou sua câmera em uma floresta. O curioso macaco pegou a câmera e ficou intrigado com seu reflexo na lente, começando, a partir daí, a tirar selfies.

 As fotografias viralizaram nas redes sociais e foram utilizadas inúmeras vezes por diversos meios de comunicação. No entanto, a decisão sobre o proprietário dos direitos autorais da fotografia começou um impasse. O fotógrafo queria para ele os direitos, já que a câmera lhe pertencia. Já os ativistas defendiam que os direitos autorais eram de Naruto, porque o macaco se autofotografou com a câmera.

Na justiça, Slater concordou em doar para instituições de proteção de macacos da Indonésia 25% dos lucros obtidos com a fotografia. A Peta também concordou com a decisão e a batalha foi encerrada.

Em um comunicado conjunto, eles oficializaram o acordo. "A Peta e David Slater concordaram que esse caso levanta questões importantes e inovadoras sobre expandir os direitos legais para animais não humanos, um objetivo que ambos apoiam e que vão manter em seus respectivos trabalhos para que seja atingido", escreveram.

Fonte: Terra

 

 

 

Leia mais...
É um prazer tê-los como nossos parceiros! 15.09.2017

Leia mais...
Uma homenagem a todos vocês que são tão importantes para nós 15.09.2017

Leia mais...
Proposta do governo para concessão de patentes sem exame é questionada 14.09.2017

Está atualmente em consulta pública pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e pelo MDIC (Ministério de Indústria e Comércio Exterior) a proposta de conceder, sem a realização de exame técnico, todas as patentes que atualmente aguardam análise de patenteabilidade, com exceção dos pedidos de patentes de fármacos.

A argumentação do governo é que essa modificação significaria uma solução instantânea para a longa lista de espera de patentes aguardando análise do INPI.

A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas - SP), a segunda maior patenteadora do país, divulgou sua contribuição à proposta.

Enviado em resposta à consulta pública, o documento se posiciona contrariamente à adoção das novas medidas, com vários argumentos centrando-se sobre quatro eixos principais: judicialização do processo de patenteamento, segurança jurídica, custo do processo e inviabilidade de aplicação e cumprimento da norma de forma democrática e igualitária entre os interessados.

Segundo a Universidade, o argumento do governo para adoção da nova prática não se sustenta porque não evitaria o acúmulo futuro de pedidos de patente. Diante disso, a Unicamp, através de sua Agência de Inovação, sugere a recomposição orçamentária do INPI, a reestruturação do plano de carreira dos servidores e a entrada de novos servidores para lidarem com o crescente volume de pedidos de patentes no país.

Problemas da proposta

Em relação ao primeiro item, a judicialização, a Unicamp argumenta que, uma vez feita a concessão das patentes sem a realização de exame técnico, há a possibilidade de concessão de patentes conflitantes, transferindo assim para o Judiciário uma carga de processos envolvendo propriedade industrial. Atualmente, a análise com base nos requisitos de patenteabilidade, considerando as tecnologias e anterioridades existentes, é feita na fase de exame técnico pelo INPI. Com isso, em caso de litígio, o processo se estenderia por anos, podendo inclusive ultrapassar o tempo de espera da lista de espera do INPI.

A segurança jurídica, por sua vez, está atrelada diretamente ao poder de barganha da instituição frente ao mercado no momento de negociação do licenciamento de cada tecnologia - permissão para uma empresa explorar comercialmente uma tecnologia. A Unicamp questiona qual valor terá essa patente - concedida sem exame técnico - diante de uma empresa, prevendo sair enfraquecida nas tratativas desse contrato e na negociação dos ganhos econômicos.

Ainda que presente nos dois itens anteriores, a questão dos custos de transação foi citada pontualmente na carta aberta da Unicamp, diante da preocupação com a crise financeira que enfrenta a universidade. De acordo com a manifestação à consulta pública, no caso da universidade, se aprovada a norma, haverá uma sobrecarga de 428 pedidos de patente - ainda não examinados pelo INPI - passíveis de serem admitidos nesse processo simplificado - sem exame técnico.

E, dado o prazo de 30 dias, que foi apresentado na proposta de norma, será inviável para a Unicamp e outras universidades a admissão de todos os pedidos de patente no procedimento, impedindo assim a aplicação e o cumprimento da norma de forma democrática e igualitária entre os interessados.

Proposta não representa solução

Para se ter uma ideia do montante que a lista de espera do INPI representa, em junho deste ano havia 231.184 pedidos de patentes pendentes de exames.

O INPI detém hoje 326 servidores dedicados a essa função. O índice de produtividade é de 55 decisões em exame técnico por examinador por ano. Se mantido o ritmo, a projeção é de que em 2029 haja 349.080 pedidos aguardando análise. A norma proposta pelo INPI, que está em consulta pública, surgiria como uma alternativa para sanar o acúmulo de patentes.

No entanto, a cada ano, entram no INPI 30 mil novos pedidos de patente. Ou seja: mesmo com a proposta de concessão das patentes acumuladas, um nova lista de espera do INPI - de cerca de 12 mil patentes sem considerar as patentes farmacêuticas - já surgiria no ano seguinte, tendo em vista que a capacidade da equipe técnica do INPI é de analisar aproximadamente 18 mil patentes.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

Leia mais...
Atraso de duas anualidades não justifica extinção de patente, define STJ 14.09.2017

O caso envolveu a patente de uma composição farmacêutica inalatória, utilizada no tratamento de câncer no cérebro, desenvolvida por um pesquisador da Universidade Federal Fluminense. O depósito do pedido de patente foi feito em dezembro de 2001, e a patente foi concedida em abril de 2014.

De acordo com o dispositivo, “os pedidos de patente ou as patentes que estiverem inadimplentes em mais de uma retribuição anual serão arquivados ou extintos definitivamente, não se aplicando a esses casos a hipótese de restauração prevista no artigo 87 da Lei de Propriedade Industrial” (Lei 9.279/96).

Para o Inpi, o instituto da restauração apenas poderia ser aplicado às hipóteses em que o inadimplemento fosse de uma única retribuição anual, e não de várias. Além disso, a autarquia defendeu que a extinção de patente por inadimplemento seria benéfica para a sociedade, principalmente por se tratar de produtos farmacêuticos.

O artigo prevê que “o pedido de patente e a patente poderão ser restaurados, se o depositante ou o titular assim o requerer, dentro de três meses, contados da notificação do arquivamento do pedido ou da extinção da patente, mediante pagamento de retribuição específica”.

Para Sanseverino, não há qualquer possibilidade de se afastar o caráter obrigatório da notificação e, ainda que se entendesse que a restauração poderia ser aplicada apenas ao não pagamento de uma única retribuição anual, nada justificaria a ausência de notificação do depositante em razão do primeiro inadimplemento.

Esforço reconhecido

Sanseverino ressaltou o fato de o titular da patente não ser um grande laboratório, mas um pesquisador de universidade que, “com grande esforço e poucos recursos em um país em que a pesquisa e a atividade inventiva ainda não são devidamente valorizadas”, conseguiu desenvolver, após 20 anos de estudos, substância que, ao ser inalada, reduz tumores cerebrais. 

Fonte: ConJur

Leia mais...
Estados da região Sul e São Paulo recebem a Marpa no mês de setembro 12.09.2017

Segundo o presidente Valdomiro Soares, é fundamental que a Marpa esteja presente em eventos deste tipo, uma vez que por eles circulam milhares de pessoas e há o contato com outras empresas que podem ser potenciais clientes. “Temos de estar onde exista essa concentração de público e de empreendimentos. Nosso leque de produtos a oferecer é extenso e podemos captar novos interessados em conhecer tudo o que a Marpa tem à disposição e fecharmos bons negócios”, acredita.

Recentemente, o Grupo Marpa completou três décadas de atuação no país. A empresa, eleita marca dominante do segmento no Sul do Brasil, tem previsão de crescimento de 20% na área de propriedade industrial e de 200% em planejamento tributário para 2017.

Confira onde a Marpa estará em setembro:

São Paulo

Beauty Fair – Feira Internacional de Beleza Profissional,  de 9 a 12, no Expo Center Norte

Brazil International Apparel Sourcing Show (Bias 2017) – Feira Internacional de Sourcing de Vestuário Brasil, de 12 a 14, no Expo Center Norte

Febrava – Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento do Ar, de 12 a 15 de setembro, na São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

IOT Latin America – A Internet das Coisas, 12 e 13, no Transamérica Expo Center

São Paulo Boat Show, de 21 a 26, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Innovative Experience – Feira Internacional de Inovação, de 26 a 28, no Centro de Eventos Pró Magno

Nano Tradeshow – Feira Internacional de Nanotecnologia e Inovação, de 26 a 28, no Centro de Eventos Pró Magno

Rio Grande do Sul

Expo Supermercados, 12 e 13, em Passo Fundo. 

Ajorsul Fair Mercoóptica, de 28 a 30, no Serra Park, em Gramado

Santa Catarina

Intermach 2017 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologia, Máquinas, Equipamentos, Automação e Serviços para a Indústria Metalmecânica, de 12 a 15, no Expoville – Centro de Convenções e Exposições

Paraná

Expo Madeira & Construção, de 20 a 22, na Expo Renault Barigui, em Curitiba

Congresso Moveleiro, 21 e 22, Centro de Eventos Sistema FIEP, em Curitiba

 

 

Leia mais...
Voltar